
Portugal Divide 2021 – Parte I
Estavamos em fins de Maio 2021 e vinha de uns meses parado a recuperar de uma longa lesão no joelho. Resta dizer que, fora um pequeno teste na N4 e a travessia da N2, foi a primeira “prova” em autonomia multi-dias.

Estavamos em fins de Maio 2021 e vinha de uns meses parado a recuperar de uma longa lesão no joelho. Resta dizer que, fora um pequeno teste na N4 e a travessia da N2, foi a primeira “prova” em autonomia multi-dias.

Depois da Ronde, Roubaix e Liège a próxima paragem no projeto dos 5 Monumentos levava-me a Itália rumo ao mais longo: 300 km cheios de estórias e um traçado peculiar que foi alterado ao longo dos anos para introduzir competitividade mais próximo do final.

Novo regresso à prova onde me estreei no triatlo em 2016 e que tenho mantido no calendário. À quarta foi de vez. Mais ou menos… 🙂

E daquele ponto nortíssimo arrancavam um Alentejano e um Algarvio numa volta de 3 dias algo improvável nesta altura do ano.

Em pequeno tinha um mapa das estradas de Portugal inteiro, desdobrável, da Caixa Geral de Depósitos e entretinha-me a pintar a lápis de carvão os troços que ia fazendo, sozinho ou com o meu Pai, nos arredores de Évora. Sempre me fascinou.
Hoje é dia de Estrada Nacional 4, estrada que começa logo no kilómetro 12 devido a incluir no projeto uma ponte nunca construída entre Lisboa e o Montijo.

Continued from Norseman 2018 (part 1) ““ Preparation & Pre-Race Race  At 2 o’clock sharp, Blur filled the room with Song 2, an impeccable and energized wake. Breakfast was already prepared and everything worked as planned until we got in the car on the way to Eidfjord. We arrived and parked next to the supermarket, just across the road from the

Norseman 2018 (parte 1) – Preparação e pré-prova Finally, the race report and a bit more. It became longer than expected… but there would be so much more to write! This is what I want to share from this great experience. The challenge Norseman began in 2003 and is the original extreme triathlon. Its course is composed by: 3.8 km swim in

Regressa à berma, poça, ervas, caraças não se vê nada. Fosga-se, esta correu bem, tive sorte à mistura.
Acelera, berma, vai haver curva, posiciona-te. Gaita!, quero voltar, olho, estou fechado por dentro… pico de adrenalina, vou ao chão?, uso os encaixes dos pedais e faço-a saltar comigo um palmo para o lado depois do outro artista ter passado e menos de um metro antes de eu ficar sem faixa. Ouço o coração nos ouvidos e rio-me como um puto.

2018 foi ano de iniciar a incursão ao mundo dos 5 Monumentos, começando com uma viagem à Bélgica que se estenderia ao norte de França. Um modelo que gosto particularmente: 1 semana, 2 provas e roadtrip pelo meio. Neste caso, a Ronde e Roubaix.

Inspirei fundo ao entrar na Casse Deserte, como quem entra para dentro de um cenário épico dos fillmes. Com deferência. De novo flashes de fotos e relatos de subidas épicas de Bartali, Coppi e Louison Bobet entre outros maiores. A bruteza e aridez da paisagem põe a nu, sem paninhos quentes, quem vai a pedalar. Isola-o. Singulariza-o.